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2 Minutes To Midnight
Iron Maiden

  • Autor: Adrian Smith, Bruce Dickinson , Paul Bruce Dickinson
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Letra

Kill for gain or shoot to maim
But we don't need a reason
The Golden Goose is on the loose
And never out of season
Some blackened pride still burns inside
This shell of bloody treason
Here's my gun for a barrel of fun
For the love of living death

The killer's breed or the demon's seed
The glamour, the fortune, the pain
Go to war again
Blood is freedom's stain
But don't you pray for my soul anymore
2 minutes to midnight
The hands that threaten doom
2 minutes to midnight
To kill the unborn in the womb

The blind men shout let the creatures out
We'll show the unbelievers
The napalm screams of human flames
Of a prime time Belsen feast
As the reasons for the carnage
Cut their meat and lick the gravy
We oil the jaws of the war machine
And feed it with our babies

The killer's breed or the demon's seed
The glamour, the fortune, the pain
Go to war again
Blood is freedom's stain
But don't you pray for my soul anymore
2 minutes to midnight
The hands that threaten doom
2 minutes to midnight
To kill the unborn in the womb

The body bags
And little rags of children torn in two
And the jellied brains of those
Who remain to put the finger right on you
As the madmen play on words
And make us all dance to their song
To the tune of starving millions
To make a better kind of gun

The killer's breed or the demon's seed
The glamour, the fortune, the pain
Go to war again
Blood is freedom's stain
But don't you pray for my soul anymore
2 minutes to midnight
The hands that threaten doom
2 minutes to midnight
To kill the unborn in the womb

Midnight...all night...

Tradução

Matar pelo lucro ou atirar para mutilar
Mas nós não precisamos de uma razão
O Ganso Dourado está solto
E nunca fora de estação
Algum orgulho escurecido continua queimando dentro
Desta casca de deslealdade sangrenta
Aqui está minha arma para um pouco de diversão
Pelo amor dos mortos vivos

A cria do assassino ou a semente do demônio
O glamour, a fortuna, a dor
Ir para a guerra de novo
Sangue é a mancha da liberdade
Mas não reze mais pela minha alma
2 minutos para a meia-noite
As mãos que ameaçam o destino
2 minutos para a meia-noite
Matar o não-nascido no útero

Os cegos gritam, deixam as criaturas sairem
Nós mostraremos aos descrentes
Os gritos de napalm de tochas humanas
Numa festa de primeira ao estilo Belsen
Enquanto os responsáveis pela matança
Cortam sua carne e lambem o molho
Nós lubrificamos as mandíbulas da máquina da morte
E a alimentamos com nossos bebês

A cria do assassino ou a semente do demônio
O glamour, a fortuna, a dor
Ir para a guerra de novo
Sangue é a mancha da liberdade
Mas não reze mais pela minha alma
2 minutos para a meia-noite
As mãos que ameaçam o destino
2 minutos para a meia-noite
Matar o não-nascido no útero

Os sacos de corpos
E pedaços de crianças despedaçadas
E os cérebros transformados em gelatina
Dos que viveram para apontar o dedo em você
Enquanto os loucos brincam com palavras
E nos fazem dançar a sua música
No volume de milhões famintos
Para fazer um tipo melhor de arma

A cria do assassino ou a semente do demônio
O glamour, a fortuna, a dor
Ir para a guerra de novo
Sangue é a mancha da liberdade
Mas não reze mais pela minha alma
2 minutos para a meia-noite
As mãos que ameaçam o destino
2 minutos para a meia-noite
Matar o não-nascido no útero

Meia-noite... a noite inteira...
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